23.1.10

Sinistro

Sinistrão mas essa charge é a pura realidade carioca. Vivas os feriados mortais.

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Grandes momentos da ficção científica.

Pra quem ainda não viu, mais um bom repositório de grandes capas de revistas de ficção científica: http://www.philsp.com/mags/fsf.html

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Respeito é bão e todos gostam.

É bom respeitarmos todas as mães sim sinhô.

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Eita nóis, verão do cão?

Um bonito sábado de janeiro e um calor do cão, quem disse que verão é bão? Apenas os verões "normais" digo eu, e sem o maledito horário de verão. Tenho dito.

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17.1.10

Amazing Stories

O bisavô do Godzila quando trabalhava como modelo para os ilustradores.

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Classic Science Fiction Paperbacks

Outro clássico em sua capa original é Eu Robô, do não menos magnífico Isaac Asimov.

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Classic Science Fiction Paperbacks

Capa clássica de "City" um dos melhores livros de ficçao científica já escritos, pelo genial Clifford D. Simak.

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: : : DEVIR : : : Ficção Científica e Fantasia : : :

Trabalho do ilustrador Henrique Alvim Corrêa em capa de livro do escritor André carneiro editado pela Devir. http://www.devir.com.br/literatura/fc_confissoes.php

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Atlas: Os Melhores Contos Brasileiros de Ficção Científica

Trabalho do ilustrador brasileiro Henrique Alvim Corrêa para A Guerra dos Mundos, de H. G. Wells, edição belga de 1906. http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Alvim_Corr%C3%AAa

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Official Google Blog

O Google não só informando com atualidade mas também prestando ajuda no pós terremoto do Haiti: http://googleblog.blogspot.com/2010/01/staying-connected-in-post-earthquake.html

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mis+001.jpg (image)

Os loucos brasileiros(Crazylians ), como somos conhecidos na Índia informa minha amiga Sanda:http://indiagestao.blogspot.com/2010/01/brasileira-eh-destaque-no-kumbha-mela.html

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9.1.10

Site ajuda usuário a cometer suicídio virtual em redes sociais | Últimas Notícias | Portal das Redes Sociais

Check out this website I found at redesocial.net
"Morra no mundo virtual para aproveitar melhor a vida real". Essa é a ideia do serviço Web 2.0 Suicide Machine (algo como Máquina do Suicídio da Web 2.0, em inglês), que se propõe a ajudar os internautas a se desconectarem de redes sociais como Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn. As informações são do R7. Quando o usuário digita os dados sobre suas contas desses sites, o sistema entra no perfil, troca a senha e começa a deletar informações pessoais e limpar a lista de amigos. Na verdade, a conta do internauta no Facebook, por exemplo, continua existindo, mas a ideia é que ela não possa ser usada. Mas cuidado: não dá para desistir do "suicídio" depois que o processo é iniciado. A página diz que uma pessoa com mil amigos no Facebook demoraria 9 horas e 35 minutos para completar o processo manualmente. A promessa é que, no automático, isso leva 52 minutos. Por enquanto o serviço não funciona para o Orkut, mas os donos do site dizem estar trabalhando para ajudar os internautas a "se livrarem" das contas mantidas pelo Google, o que incluiria a rede social mais usada no Brasil. O site pede que os usuários "se encontrem novamente com seus vizinhos reais", depois da morte virtual. "Tente ligar para alguns amigos, faça uma caminhada no parque ou compre uma garrafa de vinho e comece a aproveitar sua vida real novamente. Alguns ´suicidas virtuais´ informaram que suas vidas melhoraram em cerca de 25%. Não se preocupe se você se sentir vazio depois do procedimento: isso é uma reação normal que vai desaparecer lentamente em um período de 24 a 72 horas", brinca a página em uma explicação sobre os seus serviços.

Não é por menos que eles estão entrando na lista negra de todos os sites e redes sociais viciantes da web.

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26.12.09

My daddy died.

My daddy died. Meu pai morreu. Lágrimas, coisinhas interessantes, pedaços fluidos de sentimentos. Surgem na alegria, brotam na tisteza, rolam no sofrimento físico. Choramos nossos momentos de sentimentos mais intensos, liquidificamos nossas emoções mais fartas de pedaços da alma. Seu João Jorge, homem honrado, pai dedicado, honesto, ser humano do qual nenhum vizinho, conhecido ou parente pode apontar desonestidade ou atitude patife. Homem sujeito a erros como todos nós, mas pai como poucos puderam ser. Seus 74 anos de vida cativaram todos aqueles que o conheceram, mas ..., meu pai se foi. Encontra-se nos braços do Pai. Até logo meu pai, sempre sentirei saudades.

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1.3.09

Quem vigia os vigilantes?


Está chegando o dia e a hora em que os homens e os heróis serão confrontados com o conceito de sanidade e de o quanto de louco cada humano é. Se você é são de mente o suficiente para achar que consegue encarar um teste de Rorschach talvez seja são o suficiente para assistir ao filme Watchmen que estréia, finalmente, dia 06 de março.


O filme é baseado em uma série de história em quadrinhos clássica do mesmo nome, escrita pelo quadrinista Alan Moore e publicada em 1986/87 e cujo título baseia-se um uma sátira do poeta romano Juvenal. A obra de Moore passa-se em uma  realidade os americanos teriam vencido a Guerra do Vietnã e estabelecido uma supremacia de poder que dura muito tempo, levando-nos até a década de 80 em seu ponto mais avançado na obra. Tudo isso permeado com a existência de heróis mascarados e tendo como pano de fundo em sua parte final a ascendência do neoliberalismo e posturas calcados em  Ronald Reagan e Margaret Thatcher, expoentes máximos dessa tendência econômica. Tudo isso em uma década de 80 que caminha para uma guerra nuclear entre EUA e URSS mas que tem seu curso alterado por um acidente nuclear que muda a face da história humana. Tudo isso entremeado pelas mordazes, doidas e ferozes críticas do jornaleiro louco que é um entusiasta da teoria da conspiração e trabalha na banca de jornal da foto abaixo.


Embora eu não seja adepto da teoria citada pois não sou chegado a tanta doideira, também sou jornaleiro e a banca onde trabalho é também um pouco diferente da mostrada no filme. Sou um fã de carteirinha da obra de Moore e em especial de Watchmen e vou assistir assim que estreiar.

Espero, como com certeza uma grande parte dos fãs da série em quadrinhos, que o filme esteja o mais próximo possível do espírito da obra original, que certamente foi uma das obras mais marcantes no mundo dos quadrinhos dos últimos cinquenta anos.

3.2.09

Eu consumidor, I Robot.

Somos o sonho de alguém e deixaremos de existir quando esse alguém acordar? Ou será que não somos algo tão complicado como a proposta anterior mas apenas puros e simples consumidores? Já paramos para pensar que ao nos colocarmos como consumidores, agentes ativos no ato de consumir podemos estar ultrapassando a tenuê linha que separa o ato citado do simples consumismo. Consideremos que como muitas vezes cruzamos essa fronteira e avançamos fundo no território além da divisória, entretanto esse ato que nos parece consciente e voluntário pode ser um condicionamento individual com o qual somos acometidos sem nos apercebermos, tendo em vista talvez pelo simples fato de ser um condicionamento coletivo de nossa sociedade de consumo capitaneada pelo neoliberalismo recente. A plataforma de lançamento da sociedadede consumo como a conhecemos nos dias de hoje surge a partir de uma economia devastada e desgastada do pós 2ª Guerra Mundial, que precisava ser impulsionada para sair da estagnação e da falta de consumo. A solução é apresentada pelo analista de vendas Victor Lebow em um jornal sobre vendas no varejo, 1955 Journal of Retailing, página 07, artigo esse com o título "Price Competition in 1955", no qual ele apresenta o que pensava ser a resposta  para o problema diante do qual o mundo sobrevivente ao cataclismo sócio-econômico se encontrava.O trecho abaixo deixa bem claro o pensamento relacionado e o objetivo procurado:
" A nossa economia enormemente produtiva exige que façamos do consumo a nossa forma de vida, que tornemos a compra e o uso de bens em rituais, que procuremos a nossa satisfação espiritual, a satisfação de nosso ego em consumo [...] Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas e descartadas a um ritmo cada vez maior."
Embora haja controvérsias se o artigo em sua época e contexto seria  antes de tudo uma crítica e não uma recomendação, percebemos que o mesmo foi assumido como receita nas décadas seguntes, recheadas de conceitos e práticas como obsolescência planejada,  obsolescência perceptiva, conceitos girando em torno da escravidão do consumismo e sua consorte chamada moda. Tudo isso nos traz a questão da liberdade de sermos escravos do consumismo controlado pelo capital que governa um sistema que defende que devemos ser livres..., para consumirmos. Como já dizia Zé Ramalho,  em  Admirável Gado Novo,  "Povo marcado
Êh!  Povo feliz!..." .