Trabalho do ilustrador Henrique Alvim Corrêa em capa de livro do escritor André carneiro editado pela Devir. http://www.devir.com.br/literatura/fc_confissoes.php
Trabalho do ilustrador Henrique Alvim Corrêa em capa de livro do escritor André carneiro editado pela Devir. http://www.devir.com.br/literatura/fc_confissoes.php
Trabalho do ilustrador brasileiro Henrique Alvim Corrêa para A Guerra dos Mundos, de H. G. Wells, edição belga de 1906. http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Alvim_Corr%C3%AAa
O Google não só informando com atualidade mas também prestando ajuda no pós terremoto do Haiti: http://googleblog.blogspot.com/2010/01/staying-connected-in-post-earthquake.html
Não é por menos que eles estão entrando na lista negra de todos os sites e redes sociais viciantes da web.
My daddy died. Meu pai morreu. Lágrimas, coisinhas interessantes, pedaços fluidos de sentimentos. Surgem na alegria, brotam na tisteza, rolam no sofrimento físico. Choramos nossos momentos de sentimentos mais intensos, liquidificamos nossas emoções mais fartas de pedaços da alma. Seu João Jorge, homem honrado, pai dedicado, honesto, ser humano do qual nenhum vizinho, conhecido ou parente pode apontar desonestidade ou atitude patife. Homem sujeito a erros como todos nós, mas pai como poucos puderam ser. Seus 74 anos de vida cativaram todos aqueles que o conheceram, mas ..., meu pai se foi. Encontra-se nos braços do Pai. Até logo meu pai, sempre sentirei saudades.
Se colam um cartaz desses aqui no Rio de Janeiro, muitos seres ficarão de fora. rsrsrsrsrs
Foto da web mostrando a estação de trem de Saracuruna em um dia de chuva qualquer. Experimentando o bookmarklet do posterous.




" A nossa economia enormemente produtiva exige que façamos do consumo a nossa forma de vida, que tornemos a compra e o uso de bens em rituais, que procuremos a nossa satisfação espiritual, a satisfação de nosso ego em consumo [...] Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas e descartadas a um ritmo cada vez maior."Embora haja controvérsias se o artigo em sua época e contexto seria antes de tudo uma crítica e não uma recomendação, percebemos que o mesmo foi assumido como receita nas décadas seguntes, recheadas de conceitos e práticas como obsolescência planejada, obsolescência perceptiva, conceitos girando em torno da escravidão do consumismo e sua consorte chamada moda. Tudo isso nos traz a questão da liberdade de sermos escravos do consumismo controlado pelo capital que governa um sistema que defende que devemos ser livres..., para consumirmos. Como já dizia Zé Ramalho, em Admirável Gado Novo, "Povo marcado