17.1.10
9.1.10
Site ajuda usuário a cometer suicídio virtual em redes sociais | Últimas Notícias | Portal das Redes Sociais
Não é por menos que eles estão entrando na lista negra de todos os sites e redes sociais viciantes da web.
26.12.09
My daddy died.
My daddy died. Meu pai morreu. Lágrimas, coisinhas interessantes, pedaços fluidos de sentimentos. Surgem na alegria, brotam na tisteza, rolam no sofrimento físico. Choramos nossos momentos de sentimentos mais intensos, liquidificamos nossas emoções mais fartas de pedaços da alma. Seu João Jorge, homem honrado, pai dedicado, honesto, ser humano do qual nenhum vizinho, conhecido ou parente pode apontar desonestidade ou atitude patife. Homem sujeito a erros como todos nós, mas pai como poucos puderam ser. Seus 74 anos de vida cativaram todos aqueles que o conheceram, mas ..., meu pai se foi. Encontra-se nos braços do Pai. Até logo meu pai, sempre sentirei saudades.
19.12.09
poster_distrito_9_2.jpg (imagem JPEG, 400×600 pixels) - Redimensionada (88%)
Se colam um cartaz desses aqui no Rio de Janeiro, muitos seres ficarão de fora. rsrsrsrsrs
Kleverson Neves (kleverson)
Foto da web mostrando a estação de trem de Saracuruna em um dia de chuva qualquer. Experimentando o bookmarklet do posterous.
16.4.09
1.3.09
Quem vigia os vigilantes?

Está chegando o dia e a hora em que os homens e os heróis serão confrontados com o conceito de sanidade e de o quanto de louco cada humano é. Se você é são de mente o suficiente para achar que consegue encarar um teste de Rorschach talvez seja são o suficiente para assistir ao filme Watchmen que estréia, finalmente, dia 06 de março.

O filme é baseado em uma série de história em quadrinhos clássica do mesmo nome, escrita pelo quadrinista Alan Moore e publicada em 1986/87 e cujo título baseia-se um uma sátira do poeta romano Juvenal. A obra de Moore passa-se em uma realidade os americanos teriam vencido a Guerra do Vietnã e estabelecido uma supremacia de poder que dura muito tempo, levando-nos até a década de 80 em seu ponto mais avançado na obra. Tudo isso permeado com a existência de heróis mascarados e tendo como pano de fundo em sua parte final a ascendência do neoliberalismo e posturas calcados em Ronald Reagan e Margaret Thatcher, expoentes máximos dessa tendência econômica. Tudo isso em uma década de 80 que caminha para uma guerra nuclear entre EUA e URSS mas que tem seu curso alterado por um acidente nuclear que muda a face da história humana. Tudo isso entremeado pelas mordazes, doidas e ferozes críticas do jornaleiro louco que é um entusiasta da teoria da conspiração e trabalha na banca de jornal da foto abaixo.

Embora eu não seja adepto da teoria citada pois não sou chegado a tanta doideira, também sou jornaleiro e a banca onde trabalho é também um pouco diferente da mostrada no filme. Sou um fã de carteirinha da obra de Moore e em especial de Watchmen e vou assistir assim que estreiar.

Espero, como com certeza uma grande parte dos fãs da série em quadrinhos, que o filme esteja o mais próximo possível do espírito da obra original, que certamente foi uma das obras mais marcantes no mundo dos quadrinhos dos últimos cinquenta anos.
3.2.09
Eu consumidor, I Robot.
" A nossa economia enormemente produtiva exige que façamos do consumo a nossa forma de vida, que tornemos a compra e o uso de bens em rituais, que procuremos a nossa satisfação espiritual, a satisfação de nosso ego em consumo [...] Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas e descartadas a um ritmo cada vez maior."Embora haja controvérsias se o artigo em sua época e contexto seria antes de tudo uma crítica e não uma recomendação, percebemos que o mesmo foi assumido como receita nas décadas seguntes, recheadas de conceitos e práticas como obsolescência planejada, obsolescência perceptiva, conceitos girando em torno da escravidão do consumismo e sua consorte chamada moda. Tudo isso nos traz a questão da liberdade de sermos escravos do consumismo controlado pelo capital que governa um sistema que defende que devemos ser livres..., para consumirmos. Como já dizia Zé Ramalho, em Admirável Gado Novo, "Povo marcado
Êh! Povo feliz!..." .
2.1.09
Alérgico a gergelim ou alergia a Fidel, coisas do português.
30.12.08
Abalos no twitter.
29.12.08
Fazendo estágio
14.12.08
Novidades descobertas.
14.7.08
9.5.08
Imagens são imagens
24.4.08
Microblogs avante!
12.4.08
Dengue Fever.

Em tempos sinistros de dengue, está fazendo sucesso no twitter uma banda que trafega entre o pop psicodélico dos anos sessenta com uma roupagem indie na linguagem globalizada do mundo atual. Coincidentemente o nome da banda é Dengue Fever (Febre da Dengue). Para um jacaré cascudo como eu, oriundo dos ditos 60 foi uma descoberta agradável, gostei muito do som deles, com bastante influências étnicas cambojanas mas fervidas em caldeirões californianos. Querendo ouvir mais algumas músicas dê uma passada por aqui.
5.4.08
Nós que somos cucarachas te saudamos!
LA CUCARACHA
(Canción Tradicional - Mexico)
Ya murió la cucaracha,
Ya la llevan a enterrar,
Entre cuatro zopilotes
Y un ratón de sacristán
Coro:
La cucaracha, la cucaracha,
Ya no puede caminar;
Porque no tiene, porque le falta
Marihuana que fumar
Cuando uno quiere a una
Y esta una no lo quiere,
Es lo mismo que si un calvo
En calle encuetr' un peine.
(Coro)
Las muchachas mexicanas
Son lindas como una flor,
Y hablan tan dulcemente
Que encantan de amor.
(Coro)
Las muchachas de Las Vegas
Son muy altas y delgaditas,
Pero son más pedigüeñas
Que las ánimas benditas.
(Coro)
Las muchachas de la villa
No saben ni dar un beso,
Cuando las de Albuquerque
Hasta estiran el pescuezo.
(Coro)
Un panadero fue a misa,
No encontrando que rezar,
Le pidió a la Virgen pura,
Marihuana pa' fumar
(Coro)
Necesita automóvil
Par' hacer la caminata
Al lugar a donde mandó
La convención Zapata.
(Coro)
Las muchachas son de oro;
Las casadas son de plata;
Las viudas son de cobre,
Y las viejas hoja de lata.
(Coro)
Todos se pelean la silla
que les deja mucha plata;
en el Norte Pancho Villa
y en el Sur Viva Zapata!
(Coro)
Uma canção que atravessa espaço e tempo na América latina e que todo latino americano sem dinheiro no bolso, sem amigos importantes e vindo do interior ou não, já deve pelo menos ter ouvido falar.





