11.9.06

A vitória do remédio da liberdade sobre o micróbio da opressão.

Censura é uma palavra que fala de algo realmente brutal, que dá náuseas só de pensar no assunto, ainda mais para quem viveu a época em que o país estava sob a selvagem ditadura militar que assolou nossa nação. Sofrer censura pode levar o cidadão a sofrer de grave indigestão, ocasionando transtornos gastro cerebrais que podem levar o indivíduo a falência de sua condição de ser humano. A censura realmente acaba com os nervos e a paciência de qualquer um. Quando não causa uma grave diarréia que pode levá-lo a uma desidratação em que a perda de líquido leva todo o seu conteúdo encefálico diretamente para os esgotos da civilização, podendo a pessoa até mesmo ser levada a conformar-se com tais atrocidades políticas. O governo da Índia quer infligir tais danos fisiológicos não só a sua pobre população mas também até aos estrangeiros que lá vivem. Da noite pro dia o governo decidiu bloquear o acesso a bloggers que ousam pensar diferente do governo ou mesmo criticá-lo.
Dentro do contexto da Índia censurada, a brasileira Sandra Bose teve a indigestão de ter seu primeiro blog bloqueado mesmo lutando contra as forças do obscurantismo a bactéria da opressão atacou o seu segundo blog, entretanto não conseguindo derrotá-la. A luta continua, esperemos que apesar de todos os ataques das forças das trevas, com nosso apoio e ajuda ela consiga sobreviver aos ataques e como a fênix mitológica, reerguer-ser renovada das cinzas.




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Hora de ir ao banheiro! Com licença!

Hoje eu bem estava com aquela vontade, sabe, quando a natureza nos chama e diz a direção, informando que tá na hora! Era hora de ir ao banheiro, reis ou mendigos, não tem jeito, todos temos de ir. Então fui e, distraídamente, assim, sem mais nem menos, entrei no WC e, quando percebi já era tarde demais: havia entrado em um banheiro feminino.


Porém, para meu espanto não era um banheiro discriminatório, embora continue sendo feminino. É um banheiro coletivo, muito bem decorado, sempre arrumadinho, perfumado, que nos leva a refletir sobre a natureza humana, principalmente a melhor metade dessa nossa humanidade. Um banheiro que nos leva a sentiro o desejo de puxar um banquinho, lêr alguma coisa, papear e quiçá, quem porventura souber, até tocar um violão. Pretendo voltar outras vezes a esse Water Closed e o recomendo a todos os seres humanos, independente de sexo.

9.9.06

Em algum lugar desse nosso mundo lindo mora alguém.

R.I.P. Ao seu serviço, Zé Boamorte.

Vivendo e matando, vivendo da morte,
longa vida de mortes rápidas.
Continuo vivendo e trabalhando,
vivo e mato, mato para viver.
Minha vida é longa, a deles curta.
Silenciosas facadas em becos escuros,
tiros rápidos e barulhentos
em movimentadas avenidas.
Nada de venenos, sem estrangulamentos.
Não importa o método, porém,
mortes sem sangue são sem estilo.
Gosto do meu trabalho,
aprecio trabalhos bem feitos.
Existem pessoas que não gostam do que fazem,
eu sou apaixonado por mortes bem feitas.
Não tenho raiva de minhas vítimas,
afinal de contas, nenhum nunca reclamou.
O único som que escuto,
é o silêncio dos carneiros.
Eles são carneiros...
Outra coisa importante no meu trabalho,
além do estilo, é a contabilidade.
Conte os tiros
Conte as balas
Conte os cartuchos
Conte as facadas
Conte os corpos
Conte os ataúdes
Some os órfãos
Some as viúvas
Some as lápides
Somando tudo,
com a contabilidade em ordem,
você dormirá tranquilo.
Porém, caso não durma em paz,
conte carneiros.
E, caso nossas vidas se cruzem em caminhos
de morte,
te prometo uma boa morte.
Descanse em paz...



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